Nosso Canal

Nossa missão

Um ótimo mês de maio a cada um de vocês!
Esse é um mês muito especial para Nós! Foi em maio, no dia 07, há dois anos, que o Nós do Bem nasceu com uma linda missão: Provocar transformações por meio da alegria e da conexão humana.

O Nós do Bem nasceu no momento em que eu decidi viver completamente pela minha essência! E de desde então, venho descobrindo a delícia que é vivenciarmos cada vez mais nossa verdade, nossa real missão nesse mundo.

Percebo que de certa maneira sempre fui fiel aos meus valores e aos meus sentimentos. Em minha profissão, tanto como psicóloga, quanto professora ou orientadora educacional, eu já exercia minha missão que, de certa forma, sempre foi ajudar, levar o bem, o amor e um pouco de luz às pessoas. Mas, com o Nós do Bem que me tornei mais plena.

Missão é a nossa razão de ser, o papel que exercemos no mundo, é viver aquilo que sua alma almeja. Exercer a missão de vida é viver por um propósito, fazer o que ama da maneira mais verdadeira, pura e intensa, a ponto de arrastar pessoas com seu exemplo de vida.

Não existe ninguém nesse mundo que não carregue no coração um propósito, mas nem todos nós damos atenção a ele. Por isso, a importância daquele sentimento de “vazio” que tantas pessoas carregam. Esse incômodo é um alerta importante, um pedido para que a parte mais nobre do coração seja valorizada.

Viver nossa missão de vida não significa necessariamente fazer coisas grandiosas, ter uma vida exposta e, muito menos, agir de acordo com o que a maioria das pessoas julga como correto e íntegro. Viver nossa missão é viver a verdade da nossa alma.

Entender isso é fundamental, entretanto, muitas pessoas passam toda uma vida sem compreender ao certo quais são os seus valores e qual é o seu papel no mundo. Somos os únicos responsáveis pela nossa felicidade, por nosso crescimento, pela nossa evolução e pelo nosso sucesso. São nossas ações e a nossa forma de pensar que guiam os nossos resultados, por isso, não é justo viver uma vida sem sentido em meio a tantas possibilidades.

Percebo também que muitas vezes, missão de vida é confundida com muitas crenças distorcidas. Uma crença comum é aquela em que missão de vida se refere a adotar uma postura amável e caridosa para, assim, quem sabe, receber uma recompensa “do mundo”. A crença de que se eu for uma espécie de “salvador”, eu serei “salvo” também. Quantas pessoas eu ouço dizendo de alguma forma: “Eu faço tudo por todos, eu me dedico, eu cuido, eu me dôo, eu amo… O que eu vou ganhar em troca? Quem vai reconhecer, se compadecer de alguma forma? Quem vai retribuir, o tanto que venho doando?”

Eu acho que todo propósito é proliferar o Bem de alguma maneira. Mas missão de vida nada tem a ver com “barganhar” com o mundo, com “Deus”, com as pessoas, muito menos, com você mesmo.

Essa “doação”, quando nada tem a ver com personalidade verdadeira, denuncia um traço de egoísmo. Ajudar os outros por egoísmo pode acontecer. Justamente pela crença (inconsciente ou consciente) de que se a ajuda for feita, algum benefício voltará ao seu favor. Existem infinitos benefícios em ajudar as pessoas, mas o egoísmo está em ajudar pela troca. E, ainda, implícito nessa ideia de “recompensa” é o mecanismo de não se colocar responsável pelos fatos da vida. Por isso, vem sendo tão comum as pessoas criticarem o governo, os familiares, os prestadores de serviço, os colegas, o externo! É um condicionamento mantido, muitas vezes, desde a infância. E isso é algo para nos atentarmos. Muitas vezes, nós, como adultos, mantemos essa postura, passamos este modelo de viver às nossas crianças. É comum inclusive que sejam reforçadas quando criticam o externo e quando apresentam posturas solidárias e caridosas (mesmo que forçadas, falsas), em muitos casos, até mais do que quando são honestas e verdadeiras (afinal, é falta de educação dizer certas verdades, como falar para aquela tia que não gosta quando ela aperta suas bochechas ou dizer à visita que deseja que ela vá embora).

Ajudar o próximo é algo nobre, maravilhoso. Desde que pertença à sua própria essência de vida. Se isso for seu, puramente, do seu coração. Toda vez que ajudar, mesmo que lá no fundo, você tiver preocupado com uma imagem, com críticas alheias ou com a troca que isso acarretar (mesmo que essa troca seja imaterial, seja apenas ajudar por acreditar que as pessoas gostarão mais de você por isso, por exemplo) essa ajuda é aquela que acontece por egoísmo, por isso, cansa, desgasta, não te faz bem. Esse é um dos principais motivos pelo qual algumas pessoas entram em grupos como o nosso e não conseguem permanecer… é desgastante sustentar máscaras por muito tempo. Barganhar, mesmo que seja com a vida, é muito cansativo, não merecemos isso. Isso nada tem a ver com nossa verdadeira missão de vida. É por isso que sempre digo que o principal valor do Nós do Bem é a verdade. Não existe amor, não existe carinho, não existe felicidade, não existe alegria e não existe o Bem se esses valores não forem verdadeiros, se não forem sinceros, puros do nosso coração.

Merecemos uma vida que valha a pena, nada menos do que isso. Merecemos viver de verdade nossa missão nesse mundo, sem nos enganarmos, e deixar que esse propósito maior seja o guia de nossa vida. Merecemos educar nossas crianças para isso também, elas merecem isso, que ouçam sempre o coração, sejam verdadeiras consigo próprias e com o outro, respeitem seus próprios dons e talentos, executem aquilo que honestamente amam e, assim, deixem suas marcas pelo mundo.

Sempre é tempo de recomeçar.

Hoje o Nós do Bem te convida a retomar sua história com carinho, exercer sua verdade nesse mundo, encher sua vida de significado e a ser verdadeiramente feliz. Permita-se!

A principal missão do homem, na vida, é dar luz a si mesmo e tornar-se aquilo que ele é potencialmente.

Erich Fromm

Muitos Nós de Felicidade, de Plenitude e do Bem para Nós!

Alessandra Cieri

Idealizadora e Presidente da Associação Voluntários Nós do Bem

www.nosdobem.org

 

 

 

Nem mesmo o céu é o limite para sermos felizes!